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Valentino: finja que você entrou num contos de fada fashion e não quer acordar mais! Maria Grazia Chiuri e Pierpaolo Piccioli encontraram uma receita que está fascinando a indústria (e as consumidoras). Uma coleção de sonhos!
Sacai: lãs elaboradas, detalhes de pele, inspiração militar vintage, camadas e bordados em cores intensas foram misturados em uma coleção inteligente.
Prada: a empresa pode estar passando por uma fase difícil, mas a criatividade de Miuccia continua inabalável. A coleção é para ser digerida aos poucos, mesmo depois das luzes da sala terem sido apagadas.
Mary Katrantzou: mostrando que seu talento vai muito além da estamparia, as criações delicadas e artesanais eram simplesmente uma delícia de ver!
Marc Jacobs: duas palavras: pura emoção. Vitoriano, gótico, atletismo… Marc é um mestre em misturar referências e mais uma vez ele arrasou ao juntar os mais diversos temas em uma coleção memorável.
Gucci: ainda tenho certas ressalvas acerca da Gucci “Margot Tenenbaum” que Alessando Michele criou, mas o fato dele não ter medo de experimentar já merece créditos. E a coleção era bem divertida!
Emporio Armani: porque de vez em quando é bom ver a uma marca clássica e sóbria arriscar e brincar com cores e materiais.
Dries Van Noten: sem muito buzz e homenageando Marchesa Casati, a coleção propôs uma reflexão sobre gêneros e extravagância. De cair o queixo.
Balenciaga: preciso confessar que não estava muito animada com a estreia de Demna Gvasalia na maison mas tive uma agradável surpresa! Ele soube traduzir os conceitos do mestre Cristóbal para o século XXI, recheando a coleção de referências street sem perder o allure da marca. Só fiquei um pouco decepcionada de ver peças bem similares na etiqueta dele, a Vetements….
Alexander McQueen: o Surrealismo nunca foi tão intenso quanto na visão de Sarah Burton. Cada detalhe era uma lembrança do que faz o coração acelerar diante de um desfile.